Vinício Carrilho Martinez – Professor Titular da UFSCar
Ester Dias da Silva Batista – Bióloga e mestranda pelo PPGCTS/UFSCar
Abaixo, indicamos algumas músicas que fazem referência à Formação Social Brasileira, numa lista bem eclética, para cada pessoa escolher e organizar sua trilha sonora. Aliás, se tem outras músicas que esquecemos, monte outra lista e nos envie, vamos completando nosso mapa conceitual, cultural e social.
Lista preliminar
- Trem das onze – Adoniran Barbosa
- Pedro pedreiro – Chico Buarque
- Admirável gado novo – Zé Ramalho
- Construção – Chico Buarque
- Asa Branca – Luiz Gonzaga
- Saudosa Maloca – Adoniran Barbosa
- Apesar de Você – Chico Buarque
- Cálice – Chico Buarque e Gilberto Gil
- O Bêbado e a Equilibrista – João Bosco e Aldir Blanc / Elis Regina
- Pra Não Dizer que Não Falei das Flores – Geraldo Vandré
- Aquarela do Brasil – Ary Barroso
- País tropical – Jorge Ben Jor
- Garota de Ipanema – Antônio Carlos Jobim
- O que é, o que é – Gonzaguinha
- Brasil – Cazuza
- Zé ninguém – Biquíni Cavadão
- Que país é esse – Legião Urbana
- O terno – Brazil
- Maria, Maria – Milton Nascimento
- É Preciso Dar Um Jeito, Meu Amigo – Erasmo Carlos
- Como nossos pais – Elis Regina
- Diáspora – Tribalistas
- Alegria, Alegria – Caetano Veloso
- Sampa – Caetano Veloso
- Diário de um detento Racionais MC’s
- Brasília
- Triste, louca, ou Má – Francisco, El Hombre
- A Novidade (Gilberto Gil / Os Paralamas do Sucesso)
- A Carne (Elza Soares)
- Roda viva (Chico Buarque)
- Aluga-se (Raul Seixas)
- Teoria das Tangas (Vinício e Márlon)[1]
As músicas inseridas acima demonstram, dentre várias coisas, como a população brasileira expressa suas vivências e experiências de diferentes formas, transformando-as em letras e melodias. A música é também uma característica humana, uma forma de expressar sentimentos, narrar realidades e, muitas vezes, encontrar maneiras de resistir e sobreviver às dificuldades.
Além disso, algumas canções tornam-se essenciais como registros de determinados períodos históricos, carregando consigo as marcas de seu contexto social e político e, por essa razão, mantendo-se vivas entre as gerações. Cálice, por exemplo, tornou-se símbolo da resistência à ditadura militar brasileira, utilizando a música como forma de expressar aquilo que não podia ser dito abertamente.
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