Há momentos na história em que um povo precisa reencontrar a própria voz. São momentos de esperançar. Momentos em que a esperança deixa de ser espera passiva e se transforma em ação no mundo, em compromisso coletivo com a construção de um futuro melhor. A esperança, quando se faz prática, assume seu papel na história, exercendo a humanidade por meio dos sonhos, das utopias e da ação.
Temos esperança na reeleição e e esperançamos por ela: Queremos um país que priorize o trabalhador, a dignidade, a educação, a saúde e a justiça social – acima dos interesses que tantas vezes tentam determinar os rumos da democracia, afastando-a das necessidades reais da população.
O verdadeiro patriotismo não se mede por palavras de ordem, mas pelo compromisso com a soberania nacional e com o bem-estar do povo brasileiro. Amar o Brasil é defender sua independência, sua cultura, suas riquezas e sua capacidade de decidir o próprio destino sem submissão a interesses estrangeiros. É recusar a condição de vassalo de outras nações e afirmar, com dignidade, que o futuro do país deve ser construído pelos brasileiros, para os brasileiros.
O melhor caminho que temos hoje? A reeleição como esperança para o amanhã.
Marlón Pessanha – professor da UFSCar




