O Golpe de Estado, dos EUA, na Venezuela serve como indicador de alguns fatos:
*8 de Janeiro
Os Kids pretos e o GSI de lá tiveram efeito, deram resultado satisfatório ao golpismo. Lembremos que, do lado de cá, o modus operandi previa o sequestro do presidente e do vice-presidente da República e de um ministro do STF (Alexandre de Moraes). A alta traição militar na Venezuela foi exitosa, com o sequestro de Maduro e da esposa.
*Não é o Iraque
Na pressão da pressa, muitos erram na análise.
Não se criou outro Iraque na Venezuela sob ataque dos EUA, mas sim conseguiram evitar a Baía dos Porcos e Mogadício.
Ou contornaram, evitando-se até agora, (precisamente) outro Iraque e uma guerra civil interminável.
*Golpe pós-moderno
Daria pra fazer uma especulação embasada: o modelo institucional que agrada Washington é uma escatologia formada pela política de El Salvador, Equador e agora a “nova Venezuela”.
São os movimentos, o modus operandi, do Estado de exceção no século XXI – os de “melhor efeito” para os EUA.
*O ocaso da Estratocracia
Um dos grandes problemas do chavismo foi ter-se mantido fiel à Estratocracia (Estado militar), fortalecendo uma casta de elite militar.
É o modelo de Bolívar que cresceu com Chávez.
Hoje, em colaboração com os EUA, a Via Prussiana se coroou.
Segue o link de um libreto sobre o perfilamento de’A destruição da política:
https://zenodo.org/records/8298411
Vinício Carrilho Martinez
@viniciocarrilhomartinez




