sábado, outubro 24, 2026
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SANGUE POR SANGUE! Novo líder do Irã jura vingança implacável contra o terrorismo dos EUA após assassinato de Ali Khamenei

O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, elevou a temperatura geopolítica ao limite neste sábado (11) ao cravar que a vingança pela morte de seu pai, o aiatolá Ali Khamenei, não é apenas uma promessa, mas uma exigência irrevogável do povo iraniano. Em uma declaração contundente, publicada poucos dias após o gigantesco funeral do líder histórico assassinado por um bombardeio ordenado por Washington, Mojtaba mandou um recado direto aos algozes de seu país. Com a lista dos culpados em mãos, ele garantiu que os responsáveis pelo derramamento de sangue pagarão caro e viverão sob o terror da retaliação.

“A vingança pelo mártir do Irã é a exigência do nosso povo e, com toda a certeza, deve ser realizada. Esses criminosos, cuja lista completa — do primeiro ao último — está em nossas mãos, levarão para o túmulo o desejo de ter uma morte tranquila, em sua própria cama” — Mojtaba Khamenei.

O peso da agressão imposta pelo eixo Washington-Tel Aviv deixou marcas profundas e literais no novo líder. Desde a ofensiva militar promovida pelos Estados Unidos e por Israel no final de fevereiro, Mojtaba não foi visto em público, ausentando-se até mesmo dos quatro dias de cerimônias fúnebres que pararam o país em homenagem ao seu pai. Fontes da imprensa iraniana revelam que a reclusão tem um motivo drástico: Mojtaba teria ficado com o rosto severamente desfigurado pelas explosões dos ataques inimigos, transformando suas cicatrizes no mais novo símbolo da resistência nacional contra o imperialismo.

A promessa de retaliação assombrou o presidente Donald Trump, que reagiu com sua habitual truculência e desespero. Apavorado com os gritos das multidões iranianas exigindo sua morte durante as marchas fúnebres do aiatolá, o extremista norte-americano ameaçou destruir a nação persa, bravateando ter mil mísseis “prontos e carregados” contra o território iraniano. Mesmo sob o alvo do arsenal bélico norte-americano, o Irã mantém a soberania e rechaça qualquer submissão. Fontes diplomáticas em Teerã já avisaram que a mesa de negociações está completamente interditada: o país só voltará a conversar quando os Estados Unidos curvarem-se aos acordos firrmados, garantirem a normalização das exportações de petróleo e respeitarem o livre trânsito no Estreito de Ormuz.

Plantão Brasil

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